A política e os Jogos Pan Americanos
Muitos de nós ficamos orgulhosos pelo fato dos Jogos Panamericanos de 2007 estarem ocorrendo no Brasil, e mais exatamente na Cidade Maravilhosa. Não é para menos, afinal o esporte é uma coisa importantíssima na vida das pessoas e, além disso, a economia do país também recebe um incentivo extra, afinal, o turismo brasileiro ainda tem um potencial enorme, ainda que ande muito relaxado e um tanto gozado ultimamente.
O que lamentamos é o fato de que muita gente que pouco ou nada fez pelo esporte ou pelo turismo venha faturando tanto e dando tão pouco retorno ao país. Isto lembra a nossa política num sentido mais abrangente, pois nela também vemos muitos espertalhões faturando alto sem dar contrapartida alguma ao nosso povo.
É inevitável fazermos algumas constatações e, nelas, encontrarmos alguns aspectos comuns: Primeiro, vem o fato já citado de que em ambos os casos encontramos os espertalhões de sempre que, entre década, sai década, continuam sem largar o osso; depois vêm as obras superfaturadas que, como sempre, são construídas sem uma consulta ao povo e sem um projeto de longo prazo; em seguida vem a temporada de revelações (salvadores da pátria) que todos passam a incensar na esperança de que nos tragam algum alento, mas que depois, por falta de oxigênio (investimento e seriedade por parte das instituições), ou ficam ao deus-dará ou passam a faturar uns caraminguás por causa de sua condição de “celebridade” (muito presentes na mídia), que pouco acrescentam ao esporte ou à política; por fim vem a conta e esta é salgada e certa, mas, como sempre, tem aqueles que continuarão pagando e gritando da geral sem interferir no resultado
O que lamentamos é o fato de que muita gente que pouco ou nada fez pelo esporte ou pelo turismo venha faturando tanto e dando tão pouco retorno ao país. Isto lembra a nossa política num sentido mais abrangente, pois nela também vemos muitos espertalhões faturando alto sem dar contrapartida alguma ao nosso povo.
É inevitável fazermos algumas constatações e, nelas, encontrarmos alguns aspectos comuns: Primeiro, vem o fato já citado de que em ambos os casos encontramos os espertalhões de sempre que, entre década, sai década, continuam sem largar o osso; depois vêm as obras superfaturadas que, como sempre, são construídas sem uma consulta ao povo e sem um projeto de longo prazo; em seguida vem a temporada de revelações (salvadores da pátria) que todos passam a incensar na esperança de que nos tragam algum alento, mas que depois, por falta de oxigênio (investimento e seriedade por parte das instituições), ou ficam ao deus-dará ou passam a faturar uns caraminguás por causa de sua condição de “celebridade” (muito presentes na mídia), que pouco acrescentam ao esporte ou à política; por fim vem a conta e esta é salgada e certa, mas, como sempre, tem aqueles que continuarão pagando e gritando da geral sem interferir no resultado
